Comportamento suicida
Avaliação clínica, manejo de risco e acompanhamento terapêutico para adolescentes com ideação ou tentativas. Abordagem ética, segura e sem julgamentos.
Entender a abordagemConsultório no Espaço Kolmeia, Centro de Tangará da Serra. Atendimento clínico para adolescentes em crise, com depressão, ansiedade e comportamentos de risco — e orientação para as famílias que não sabem como ajudar.
Para quem é este atendimento
Adolescente isolado, que parou de falar sobre o que sente
Marcas no corpo que você não consegue ignorar
Falas sobre morte ou sobre não querer mais estar aqui
Mudança brusca de comportamento sem motivo aparente
Afastamento da família e dos amigos de sempre
Queda de rendimento escolar e perda de interesse em tudo
Se algum desses sinais está presente, você não está exagerando. E o seu filho não está "só passando por uma fase". Buscar ajuda é o ato mais corajoso que um pai pode ter.
Especialidades
Áreas de atuação clínica no atendimento presencial em Tangará da Serra.
Avaliação clínica, manejo de risco e acompanhamento terapêutico para adolescentes com ideação ou tentativas. Abordagem ética, segura e sem julgamentos.
Entender a abordagemEscuta clínica especializada para adolescentes que se machucam como forma de lidar com o que não conseguem expressar. Tratamento do sofrimento por trás do comportamento.
Entender a abordagemTratamento clínico para adolescentes que se isolam, perderam o prazer em tudo ou vivem em estado de alerta e angústia constante.
Sobre o tratamentoSuporte para pais que querem ajudar o filho mas não sabem como acessá-lo. Combinando autoridade e empatia para reconstruir o vínculo.
Saiba maisOnde fica
Segunda a sexta-feira
Das 12h às 18h
Abordagem clínica
Atendo adolescentes em Tangará da Serra há mais de uma década. Nesse tempo, aprendi que o adolescente que chega ao consultório raramente consegue explicar o que está sentindo — e muitas vezes nem sabe. O que ele traz é um comportamento: o isolamento, a nota que caiu, a marca no braço, a frase que assustou os pais.
Meu trabalho começa por ali — não pelo comportamento em si, mas pelo que está embaixo dele. O adolescente que se machuca não quer se destruir: ele quer ser ouvido de um jeito que ainda não encontrou. O adolescente que fala em morte não está sendo dramático: ele está comunicando um sofrimento que transbordou.
A abordagem psicanalítica que utilizo não tem pressa de "resolver". Ela tem o rigor de criar um espaço onde o adolescente possa, pela primeira vez, colocar em palavras o que estava só no corpo. E isso, por si só, já muda muita coisa.
Para os pais, ofereço um espaço paralelo de orientação familiar — não para falar do filho pelas costas, mas para entender como se aproximar dele com autoridade e empatia ao mesmo tempo. Muitos pais chegam ao consultório sentindo que perderam o acesso ao próprio filho. A orientação parental é o caminho para reconstruir esse vínculo.
Dúvidas frequentes
É mais comum do que parece. Adolescentes costumam resistir porque ir ao psicólogo significa assumir que algo está errado — e isso assusta. Uma boa saída é marcar uma primeira sessão para vocês, os pais, como orientação. Muitas vezes, o adolescente aceita vir quando percebe que não é um tribunal, mas um espaço seguro. Podemos conversar sobre estratégias específicas para o seu caso pelo WhatsApp.
Sim. O Código de Ética do CFP garante o sigilo do adolescente mesmo que os pais sejam os responsáveis legais pelo tratamento. O que é dito dentro da sessão não é repassado aos pais — exceto em situações de risco grave e iminente à vida, quando o psicólogo tem o dever ético de agir. Essa proteção é o que torna possível que o adolescente fale com liberdade.
Os dois podem ser necessários — e em casos mais graves, costumam trabalhar em conjunto. O psicólogo cuida do processo terapêutico (escuta, elaboração, vínculo), enquanto o psiquiatra avalia e prescreve medicação quando necessário. Se durante o acompanhamento eu avaliar que há necessidade de encaminhamento psiquiátrico, faço essa indicação. A porta de entrada pode ser o psicólogo — o importante é começar.
Sim. Qualquer fala sobre morte ou sobre não querer mais estar aqui deve ser levada a sério — mesmo que pareça exagerado. Não é preciso que exista um plano concreto para que a situação exija atenção imediata. Entre em contato pelo WhatsApp o quanto antes para avaliarmos juntos a urgência. Se houver risco iminente, acione o CVV (188) ou leve ao pronto-socorro.